Durante décadas, o som que descia dos morros do Rio de Janeiro era o samba, aproximando duas cidades, já partidas, através da mulata e do malandro. Na década de 1990, o funk estoura como o som das favelas e conquista todas as classes sociais. Mas desde 1992 é o Jazz que ecoa da comunidade de Antares, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
O Jazz? Sim, o som originário da região de Nova Orleans, nos Estados Unidos, que começou a ser tocado por volta do início do século XX, é reproduzido em Antares com maestria por um grupo de 19 músicos, no melhor estilo big band. A banda começou em 1992, com oito primos, após a apresentação de um sargento-bombeiro na comunidade.
A partir dali, virou paixão de muitos outros, pedreiros, mecânicos e vendedores, que se reúnem pelo menos duas vezes por semana, à noite, após dias cansativos de trabalho. Seus instrumentos são sax, trombone, teclado, baixo, guitarra, violão, percussão e flauta – e, por que não, um pandeiro? E aí o Jazz se mistura a um repertório popular, invade as casas de Antares e ganha a cidade, reforçando como a favela é plural: ela não é somente funk, pagode e samba; ela também pode ser jazz.























Obrigado a todos, por nos ajudar a divulgar na só antares mais toda a cultura que vem das favelas do rio de janeiro e de todo brasil, Se as pessoas das aréas culturais olharem com mais atenção veram que vão encontra ótimos artistas na comunidade só falta a oportunidade.
Por isso que luto para que isso seja notado e que favelado como eu eleve sua capacidade e que entenda de uma vez por todas, que ninguém pode para sua criatividade.
Caros amigos por um tempo pensei em jogar a toalha, mais são esses comentários que me ajuar em pensar em novas formas de mostra a favela positiviamente mais só que esta do lado de cá sabe como é manter iso de pé e sei que muitos de vocês tem essa noção.
São 10 anos de luta e no aniversário de viva favela foi a onde estava comemorando minha primeiro vitória no palco cantando com elza soares varias pessoas do asfato e de morro juntos curtino o som da favela, ponto alto não só para mim como para todos integrantes da orquestra, pinta de artista camarim e tudo rsrsrs, maravilho espero que possamos usar como experiação para os próximos dez anos !