“Eu não tenho um estúdio, tudo é feito no quintal”. Um quintal de uma casa simples de Vilar dos Teles, com instrumentos embaixo de uma lona azul, o microfone pendurado na grade da janela e um amontoado de fios daqui pra lá, de lá pra cá.
Mas o não-estúdio de Lê Almeida é, sim, de gravação, processo que acontece de “forma amigável”, como ele mesmo define. O selo Transfusão Noise Records, criado em 2004, já tem no catálogo 42 lançamentos, alguns deles enviados ao exterior por intermédio de gravadoras estrangeiras em Seattle, Nova Jersey e Londres, por exemplo.
Apesar do bom acabamento do produto – capa caprichada, embalagem perfeita – Lê jura que sua única preocupação na gravação, além das guitarras bem altas, é realizar um conteúdo “que soe sincero”. E para soar mais sincero e melhor, ele tem apenas um sonho – tão grande quanto ele: “Ter tudo que já existiu de muito bom nos anos 60/70”.























Rock na veia!!! Sou fã desse cara!