| NOME COMPLETO | Jéssica Balbino |
| APELIDO | jessicabalbino |
| SEXO | Feminino |
| SOBRE MIM | Jéssica escreve para a massa. E por não conseguir largar mão desse vício tornou-se jornalista. Já acreditou na utopia de mudar o mundo. Hoje tenta mudar o local onde vive. Porque ler Jéssica Balbino ? Vamos por partes, primeiro quem é Jéssica Balbino ?”, esta é a pergunta do escritor e cineasta Alessandro Buzo, que a convidou para fazer parte do primeiro volume do livro Suburbano Convicto – Pelas Periferias do Brasil. Ele mesmo responde. “Ela é uma jovem sonhadora, formada em jornalismo e que trabalha na imprensa de sua cidade. Até ai tudo bem, uma pessoa normal, o que diferencia é a sua inquietação cultural e seu amor pelo Hip-Hop”. É apaixonada por cultura periférica. Não sabe cantar rap, riscar discos, dançar break ou mesmo graffitar. É eclética e aliou-se ao 5º elemento: conhecimento ainda adolescente e nunca mais conseguiu deixar. A paixão transformou-se em pesquisa de campo, acadêmica e resultou no livro-reportagem Hip-Hop – A Cultura Marginal, escrito junto com Anita Motta (já falecida) em 2006 .“Tenho mania de falar que o hip-hop salvou a minha vida e tento passar isso adiante, fazendo tudo que posso para salvar também a cultura”, conta. A postura é mantida há mais de 10 anos, quando teve o primeiro contato com a cultura hip-hop e passou por diversos eventos, tanto em Poços como em cidades do sudeste. Mantém o blog Cultura Marginal e perfis em várias redes sociais, por onde compartilha conhecimento. É colunista do blog Literatura Periférica e se dedica a participar de saraus online. Esse trabalho rendeu ainda o convite para escrever o livro Traficando Conhecimento, para a coleção Tramas Urbanas, da editora Aeroplano. Para a coordenadora da editora, Heloísa Buarque de Hollanda, o convite para Jéssica surgiu quando tomou conhecimento do trabalho desenvolvido por ela. “É um importante trabalho com a literatura e a cultura em geral em Poços de Caldas. Jéssica é uma excelente escritora e seu trabalho como ativista e agregadora vem realmente influenciando a cultura e a literatura hip-hop no país. Seu livro Traficando Conhecimento, a ser lançado agora vai se tornar uma referência sobre a produção cultural das comunidades brasileiras neste século XXI”, pontua. Pela internet, além do blog, envia, regularmente, reportagens especiais para o portal Central Hip-Hop/ Bocada Forte, que tem mais de 11 anos na cena do hip-hop e desempenha importante papel na informação sobre o movimento e formação de opinião dos adeptos da cultura.Prepara-se para assumir, ainda este ano, a edição da sessão de Literatura Marginal/Periférica do portal. No Jornal Mais Poços, é colunista de literatura e resenha as obras que lê. A experiência e conhecimento da literatura lhe renderam convites para ser mediadora das palestras e debates dos escritores Ferréz e Sérgio Vaz durante a V Flipoços – Feira Nacional do Livro em Poços de Caldas em maio de 2010. Para Ferréz “A Jéssica é o que a gente fala que é célula, o muro que conseguimos construir, e essas pessoas que militam nos lugares e trazendo a gente, sabe? Então ela é uma pessoa importante para a literatura marginal que não tem essa coisa de bairrismo, de separatismo”, dispara. A militância no movimento, por meio do 5º elemento – conhecimento lhe rendeu também o convite para representar Poços de Caldas no 2º Encontro Hip-Hop Mulher, organizado pela Associação Mulher e Movimento Hip-Hop. No campo do jornalismo, é repórter do Jornal Mantiqueira e cobre as editorias de geral, cidades e variedades. Atua também como debatedora do programa Jornal do Meio Dia na TV Plan, onde discute temas voltados ao cotidiano da cidade e realiza entrevistas com personalidades brasileiras. Como assessora de imprensa tem trabalhos com os grupos UClanos, Leopac e China Trindad. A bagagem rendeu-lhe uma entrevista exclusiva para a revista eletrônica Preto Soul Sim, na qual conta sobre o próprio trabalho e vivência na cultura. Com palestras já teve oportunidade de falar aos participantes de eventos como Hip-Hop Moda Festival e Hip-Hop em Foco, além de sempre tomar o microfone e declamar algo em eventos das quebradas, inserindo a poesia no hip-hop em forma de pequenos saraus. Em 2009 fez também parte do projeto ProJovem Urbano e Trabalhador em Poços de Caldas onde deu workshops sobre hip-hop, cultural popular e jornalismo a turmas de estudantes. Nas ruas da cidade participou também do evento Sesc em Dia com a Leitura, do qual foi escritora convidada. Participou ainda da coletânea de textos Poesias para o Trabalho, lançada pelo coletivo Literatura Suburbana, da zona leste de São Paulo. Por meio da internet, firma contato com representantes do hip-hop e da literatura e através da rede mundial de computadores, participa ativamente do cotidiano das periferias do Brasil, além de enviar notícias das periferias sul-mineiras a todo mundo. Nos anos de estrada já foi homenageada na música “É tudo nosso” do grupo UClanos e teve o texto “Olhar para o hip hop que...”, gravado como música pelo grupo de rap Elemento.S de Belo Horizonte. Voltando ao jornalismo, já foi palestrante para os alunos de 3° e 4° do curso do Unifae sobre Jornalismo Literário e o livro Hip Hop- A Cultura Marginal. Jéssica é também idealizadora do projeto Caixinhas Poéticas, com distribuição de poesias em caixinhas confeccionadas por ela mesma, feitas com material reciclado. Já foi também uma das convidadas do programa Repercussom, sobre hip hop na rádio Cidade FM 107,5, além de ter participado como debatedora do programa Mix, da extinta rádio 104 + FM em Poços de Caldas durante dois anos. É também idealizadora da série de reportagens “Às margens da sociedade”, no Jornal de Poços, onde trabalhou por dois anos. Após participar do Hip-Hop Mulher, tornou-se divulgadora do Prêmio Hip-Hop – Edição Preto Ghóez na cidade onde vive. Neste ano, vinculou-se ao Coletivo Corrente Cultural e se desenvolve como oficineira de workshops. Criou ainda o Coletivo Hip-Hop Uai, unindo os ativistas do interior em prol do hip-hop no sul de Minas Gerais e comercializa ainda o conceito, em roupas de expressões regionais com a grife periférica Interiô. Em novembro participa também do CD 10º do GOG , com uma poesia que fizeram através do twitter durante uma das muitas conversas na rede social. È também colunista de literatura no Jornal Enraizados, feito em Morro Agudo no Rio de Janeiro e distribuído em todo país. Tem envolvimento com grupos e artistas do hip-hop de todo país e já produziu releases e integra assessoria de imprensa para MCs e grupos como Leopac, Lindomar 3L, Japão Viela, China_Trindad e Inquérito. Na periferia da zona sul, onde vive, distribui livros, poemas e sorrisos para os mais carentes de cultura através do projeto Leia – Literatura Amplificada. Faz isso porque acredita em algo melhor. “Quero um dia menos ruim na vida destas pessoas. Acredito que doar cultura pode mudar a vida dos que estão recebendo”, finaliza. ________________________________________ Prêmios - Homenagem da Ong Poços de Luz durante audiência pública sobre trabalho com drogas no município (2010) - Votos de congratulações da Câmara Municipal de Poços de Caldas pelo projeto Leia-Literatura Amplificada (2009) Saiba mais sobre o trabalho www.jessicabalbino.blogspot.com www.twitter.com/jessicabalbino www.literaturaperiferica.blogspot.com www.centralhiphop.com www.mantiqueira.inf.br www.myspace.com/jessicabalbinoh2 www.correntecultural.com www.flickr.com/jessicabalbino www.facebook.com/jessicabalbino |
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